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A história de Denis Mukwege, ganhador do prêmio Nobel da Paz

Ser agente de transformação da sociedade é uma das marcas de Denis Mukwege, que quando é um estudante de medicina. Como renomado médico ginecologista, ele poderia trabalhar no exterior, mas optou por ficar em sua região, devastada pela violência. The objective has been been been atentado against your life, without its their was been mantidas reféns, ele orned return to a region and continue atuando de maneira a anunciar a justiça.
 
No dia 5 de outubro Mukwege ganhou o prêmio Nobel da Paz ao lado de Nadia Murad, que foi detido como sexual no Estado Islâmico em 2014. O dia do seu retorno ao trabalho e pela militância sexual contra o abusos sexuais. Parte das iniciativas do médico pode ser vista no documentário  City of Joy – Onde Vive a Esperança (disponível no serviço de streaming Netflix), onde ele conta com o seu trabalho de ser uma porta que Deus abriu para ele.
Denis é congolês and fundou na periferia de Bukavu, na República Democrática do Congo, o hospital Panzi e uma fundação que já tem 50 mil vítimas de estupro. O hospital começou em 1999 como clínica de ginecologia e obstetrícia, mas com uma guerra de pacientes gravemente machucados.
 
Depois do abuso, as mulheres têm seus órgãos destruídos por tiros, queimaduras e outras armas. Dr. Mukwege e sua equipe desenvolveram uma medida específica, com apoio psicológico, jurídico e socioeconômico para que elas não fossem apenas um pouco mais voltadas para um líder da sociedade como líderes. Ele se tornou um militante conhecido, denunciando o uso do estupro como arma de guerra.
 
Como contato com a entrevista da BBC, Denis chegou a ser atacado e deixou o país. Mas retornou em 2013 pela luta das mulheres que foram tratadas por ele e sua equipe. São elas que vigiam o hospital e garantem a segurança do trabalho, o mesmo sem armas.
 
Divulgado em junho de 2017, o artigo abaixo de Daniel Bourdanné foi originalmente publicado no informativo Conexión (clique para ler em inglês), da Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos (IFES, na sigla em inglês). Bourdanné citou Denis Mukwege, antes do Nobel, como um exemplo de profissional formado que passou pelo movimento missionário estudantil e atua de forma a impactar o mundo para a glória de Cristo.
 
O Dr. Denis Mukwege é um médico que trata vítimas de estupro. Ele é um respeitado ginecologista, que poderia morar no Ocidente. Mas escolheu trabalhar numa das partes mais desafiadoras da República Democrática do Congo. Numa região devastada pela guerra e pelos anos de terríveis violências sexuais, esse homem cuida de milhares de mulheres, muitas das quais foram vítimas de gangues de estupro brutais. Seu conhecimento médico tem salvado vidas, e ele é um corajoso militante da igualdade de gênero em seu país. Esse irmão da República Democrática do Congo é um profissional que passou pelo movimento estudantil da IFES no Burundi, onde fez parte de seus estudos em medicina. Ele ganhou da União Europeia o prêmio Sakharov em 2013 e foi pré-listado para o prêmio Nobel em 2016. Para mim, ele é um modelo de engajamento cristão na sociedade. Ele leva o caráter de Deus de maneira altruísta para estas pessoas quebradas.
 
Nós também somos chamados a impactar nosso mundo para a glória de Cristo. Em face à oposição e aos efeitos devastadores do pecado, podemos nos sentir desamparados. O que podemos fazer? De um lado, é verdade, não podemos mudar o mundo ao nosso redor. Mas Deus pode. E ele está nos chamando a sermos seus agentes de transformação. Nós precisamos ser corajosos e intencionais em cumprir este mandato porque Deus quer trabalhar por meio de nós. Ele nos chama a ser sal e luz em nossas sociedades quebradas.
 
“Pois foi Deus quem nos fez o que somos agora; em nossa união com Cristo Jesus, ele nos criou para que fizéssemos as boas obras que ele já havia preparado para nós.” Efésios 2:10 (NVI)
 
Num ministério como a IFES, somos comunidades do povo de Deus e ele quer trabalhar através de nós para reduzir algumas das consequências do pecado neste mundo. Quero nos encorajar a ver a nós mesmos como instrumentos de Deus na transformação, na universidade, nas famílias, na sociedade, na igreja.
 
Devemos lembrar da grande perspectiva da criação de Deus. Desde o princípio, ele nos deu um mandato para impactar sua criação. Por causa do nosso pecado, implementar isso se torna mais difícil. Mas recordemos o mandato bíblico e trabalhemos pelo poder do Espírito Santo para ter um impacto bom e positivo em nosso mundo rompido. Deus nos fez à sua imagem. Ele quer que sua glória seja conhecida e louvada. Ele nos deu o incrível dom da graça para mudar este mundo fraturado.
 
E assim buscamos impactar a sociedade, mas não somente para ver transformação social, apesar de que este é certamente um aspecto. Em vez disso, fazemos campanha pela justiça porque queremos ver mais da justiça de Deus refletida na sociedade. Falamos pelos direitos das pessoas porque queremos mais do caráter justo de Deus refletido em nossas comunidades. Quando a ruptura leva a um nível de pobreza que reduz a dignidade daqueles feitos à imagem de Deus, nós somos profundamente tocados e desafiados a lutar para melhorar as condições das pessoas. Não lutamos por riqueza, mas pela dignidade das pessoas criadas à imagem de Deus e para a honra do Deus ao qual adoramos. Há uma motivação espiritual no nosso engajamento, então fazemos tudo o que podemos para refletir mais do caráter de Deus.
 
Para fazer isso, devemos resistir a nos prender às nossas próprias bolhas e guetos. Precisamos tomar passos corajosos e ousados para ir ao mundo e explorar modos para permitir que o caráter de Deus seja refletido a todo custo, em espaços públicos como política, em nossos campus universitários, em nossas famílias, em comunidades rasgadas pela guerra. Estes contextos podem, por natureza, serem desafiadores e perigosos, mas podemos encontrar coragem e poder no nosso grande Deus que nos diz: não tenha medo. Somos chamados a levar seu amor e poder às pessoas quebradas ao nosso redor.
 
Nota:  Texto publicado no site da Aliança Bíblica Universitária do Brasil ( ABUB ). O artigo de Daniel Bourdanné  foi publicado em  inglês para a  Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos (  IFES ).

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